Bem Vindos tôdos(as) os que Amam a Lusitânia , tôdos(as) os que Amam Portugal. Estejam á Vontade nesta humilde casa , aonde podem Descansar junto á Lareira do Coração... Do que aqui poderão encontrar, nada vos levará ao sôno da Inconsciência, mas, tal como diz o Nosso Pôvo na sua Sabedoria Milenar, «Não se pode agradar a Grêgos e a Trioânos...». Assim, nem tôdos concordarão com o que aqui está Escrito, mas tudo o que é aqui Dito, foi ( e é) Vivido por mim, Muito embora tantas e tantas vêzes sentido,pensado e escrito por outros/as, outros/as com os/as quais me Identifico, no sentido essencial e mais vasto, porque Irmanados no Passado, no Presente e no Destino Luminôso de Portugal, O Pôrto-Do-Graal. Poder-se-á Falar aqui de várias tradições espirituais, uma vez que Dêus é só UM, mas a minha, a Nossa Tradição, a de Portugal, é Cristã. Quando me refiro a Cristã, não me refiro a qualquer instituição religiosa organizada, mas á Vivência da Tradição Original Cristã, Aquela que nos foi Legada por Cristo, o nosso Amado Senhôr. Uma Coisa é Certa: Aqui Amamos a Dêus, o nosso PAI Celestial , a Jesus Cristo, o Seu Filho Dilecto e o nosso Redentôr, á Sua Mãe, a Virgem Mãe Santíssima, e ao Seu Santo Espírito , o Verbo Criadôr, Porque Êsse Foi( É) o Amôr e A Razão da Existência de Portugal, e o seu Destino Maior. Nêste pequenino rinchão Rectangular Ancestral de Tamanho Mundial, nêste Balcão que Mira o Atlântico profundo, Portugal aguarda o Regresso da sua Mãe Ancestral, A Atlântida, á Luz da Vastidão do Luso Mar... Por isso mêsmo, não meçam o que aqui vêem, ou ouvem, ou sentem, limitando-vos ás Aparências... A Realidade por Detrás das Aparências, Quer Levar-nos para mais Longe e para Mais Alto... E como, a Lusitânia da nossa Alma , não tem medida , a nossa querida Mãe do Céu e da Terra não SE Limita, também não existem limites Aqui na Luz da Citânia... o único Limite, se assim me posso expressar, é Ilimitado, Um Rumo Inalterado que nos leva de volta a Cristo. Cristo, não como um conceito vago, ou como religião limitativa, mas como o Verbo Encarnado , o Senhôr e Rey de Portugal e a Génese Espiritual e Existencial Desta Terra de Santa Maria. Santa Maria que É A Luz da Citânia, ou A Terra da LUZ Divina, onde A Mãe Celestial Estabeleceu o Seu Trôno Terreal. Aqui Ela Está presente há muitos séculos, Algo que o nosso Primeiro Rey, Dom Afonso Henriques, Abençoado por Jesus Cristo na Batalha de Ourique(Abençoando Assim Portugal!), Reconheceu dêsde a primeira Hora da Nação.
Portugal Cumpriu a Primeira Parte da Missão, quando Realizou as Grandes Navegações e Descobertas, espalhando A Cruz de Cristo e o Culto do Espírito Santo pela Terra.
Agora Falta a Última Parte que É Cumprir Portugal...
...que É Cumprir o Império do Espírito Santo na Terra.
A Lusitânia Não É A Ibéria! A Ibéria Não É A Lusitânia!
« ...a Lusitânia natural é todo o oeste peninsular. Vai do Promontório Sacro(Cónia/Algarve), para além do Minho, até à vertente norte-atlântica, ... A
Lusitânia é o país dos quatro rios: Guadiana, Tejo, Douro e Minho; a
Ibéria é a região de um só rio: o Ebro. O Ebro unifica, os quatro
Lusitanos diversificam, de modo que é viável assinalar uma Lusitânia
minhota (brácaro-lucense), uma Lusitânia duriense, uma Lusitânia tagana,
e uma Lusitânia guadiânica. ...»
Já há anos que tenho guardado, sempre Actuante e Actual, no meu Baú dos Tesoiros, o texto genial e absolutamente esclarecedôr, Definitivo, dum grande Filósofo e Historiadôr, ou Historiadôr-Filósofo Português, o Professôr Pinharanda Gômes .
A Lusitânia não é a Ibéria, a Ibéria não é a Lusitânia. Comete êrro de juízo‘ de facto e de valôr, a corrente histórica e política que força a realidade até sêr capaz de metêr a Lusitânia na União Ibérica, por não compreendêr que não há recta União Ibérica, mas correcta União Hispânica.
Na União Hispânica cabem a Lusitânia e a Ibéria, enquanto que na União Ibérica só cabem os povos iberos, ou da Ibéria. A tese iberista releva do projecto de sujeição da vertente Atlântica à vertente Mediterrânica e, por via dela, da sujeição dos povos da periferia ao centro impulsôr do iberismo. A União Ibérica, tornada dôce paliativo, é na ordem política o projecto anti-autonomista do Duque de Olivares: Braga dominada por Tolêdo.
A Hispânia tem quatro vertentes: a vertente atlântico-cantábrica, especiosa, ainda que aparentada com a vertente pirenaica e com a vertente lusitâna; a vertente mediterrânica (ibérica); a vertente pirenaica, com Aragão, e que por si mesmo é também específica; e a vertente lusitano-atlântica, em que amplamente se insere a galêga ou galaica. É supérfluo considerar as vertentes pirenaica e cantábrica, porque a díade dualista se põe sómente quanto às vertentes ibérica e lusitâna. Os geógrafos que vieram de fora nunca se enganaram e, por isso, jamais confundiram Lusitânia e Ibéria.
A Lusitânia é a vertente atlântica – “Lusitânia… que mare Atlanticum spectat” 7, enquanto que a Ibéria é a região do Ebro, que o Mediterrâneo contempla. Em sentido figurado, diríamos que a Ibéria olha para Oriente, enquanto que a Lusitânia olha para onde o mar começa e a terra se acaba, por repouso do Sol Occitânico. A diferença geográfica não inclui uma diferença cultural, (dos círculos culturais de Frobenius sabemos como em África e na Europa há culturas análogas, ainda que Frobenius haja sublinhado que importa não confundir analogia com homologia), mas deve suscitar a vocação para definir identidade geográfica, identidade étnica, e identidade existencial. Lusitânia e Ibéria são duas regiões distintas, tão significativas uma como a outra, mas nem a Ibéria é fusível para a Lusitânia, nem há Lusitânia fusionável com Ibéria.
A pré-história dos povos peninsulares é diferente, mas torna-se sintomático o nível diferencial entre projecto ibérico e excurso lusitâno, como se a Lusitânia e a Ibéria houvessem sido bêrços de duas diferentes raças humanas, como queria o enciclopedismo evolucionista 8. Na diversidade, as duas versões antigas projectaram-se sempre num dualismo geográfico e histórico, de modo que à díade nómica da Lusitânia / Ibéria correspondeu a díade, algumas vezes antinómica, de Portugal / Espanha. Oliveira Martins não têve pejo em considerar a adopção do êrro, provindo de muito antes, mas aprofundado em Herculano, da confusão de Ibéria e Lusitânia, o que lhe valeu as acerbas críticas de Teófilo Braga, apoiado na geografia clássica, sobretudo na Púnica, de Sílio Itálico, que soube salientar a longa distinção entre Iberos e Celtas e, por concomitância, entre Iberos e Lusitanos, os que ocuparam uma região afastada e diferenciada, onde permaneceram e perduraram como Lusitanos. A Lusitânia é algo de comprimido a oeste, mas é também algo de não assimilado a leste .
A Hispânia é um microcosmos, disse o geógrafo Méndez Silva, onde há de tudo e nada falta, o que já antes dele haviam visto os apologistas das esquadras mafamédicas. Microcosmos, cume da Europa, cabeça do boi, é envolvida na sua maior extensão pelo Rio Oceano, Atlântico identificado, apesar do jogo de estilo elaborado por Homero, ou pelos homeríadas, mas reino microcosmos divertido em dois olhares: o limite atlântico, span, sepharad, ao modo fenício e hebraico, que é a nossa finisterra, como que a sugerir que Hispânia é a Lusitânia com as terras do meio que olham para o mar do meio das terras, de onde se gera o dualismo atlântico-mediterrânico da Hispânia, mas onde por igual se gera o atlantismo da Lusitânia 10. As diversidades regionais podem não servir de base a divisões de território, nem são de molde a criar regionalismos vinculados a um exclusivismo étnico, mas, no caso Lusitânia/Ibéria, houve lugar a uma configuração excêntrica, centrífuga e oceânica, de tal modo que seria sensato postular que o nacionalismo das nações hispânicas, incluída a nação portuguesa, encontra raízes e águas acolhedoras nos regionalismos.
A afirmação de Portugal é um acto de nacionalismo; mas a afirmação da Lusitânia prevalece no acto do regionalismo. A Lusitânia afirma-se pagus, terra nostra, perante a urbe mediterrânica. A extensa teoria literária e político-ideológica da antítese Castela/Portugal, mormente elaborada no ciclo de 1580/1700 não é um fenómeno de erupção palaciana; ela vem de longe, e os ideólogos palacianos limitaram-se a pôr em letra de ler, ou em papel de prelo, uma interpretação de mitos, de imagens avoengas.
Lusitânia situa-se entre Ibéria e Oceano, ou, na configuração pré-romana, numa forma quadrangular que o domínio romano por considerações estratégicas encurtou, ao dividir a Hispânia em três províncias, a Lusitânia (diminuída da Galécia), a Tarraconense e a Bética. Das três províncias, a que corresponde ao vector do iberismo é a Tarraconense, porque Tarracona, pago ibérico, estende os elos até ao Atlântico, subjugando a Galiza e, o mais curioso a região dos Brácaros. A divisão provincial romana carece de toda a lógica étnico-cultural, mas abunda em intencionalidade dominativa. Tarracona é a Ibéria tal como os iberistas sonham: uma grande província absorvente das que lhe ficam, diminuídas, a seus pés, a Bética e a Lusitânia. A estratégia romana elaborava com base em interpretações comprometidas, pois, com efeito, Estrabão, que era mais submisso do que Mela, confundira Iberos e Lusitanos, ainda que afirmasse serem, os Lusitanos, os mais fortes dos Iberos
11. Estrabão tem interesse em identificar Iberos e Lusos para justificar a extensão da Ibéria tarraconense até à Lusitânia bracarense e lucense; Pompónio Mela sabe da forte identidade lusitana face à Ibéria, e convém-lhe sujeitar a fortaleza da finisterra à esperteza da mediterra. Ao não compreender o jogo de intenções, Herculano acabaria por cair na tese negativa da identidade nacional com base regional, por oposição a quem vira melhor do que ele, Bernardo de Brito e André de Resende — o que, aliás, vem já dito em Leite de Vasconcellos 12.
A Lusitânia Romana é uma Lusitânia diminuída talhada a esquadro e régua, segundo o interesse dominacional do império, a Lusitânia natural é todo o oeste peninsular. Vai do Promontório Sacro, para além do Minho, até à vertente norte-atlântica, e do oeste atlântico até bem dentro: incluí, pelo menos, Mérida e grande parte da Estremadura, por isso chamada Extrema: a fronteira da Lusitânia com a Ibéria.
A Lusitânia é o país dos quatro rios: Guadiana, Tejo, Douro e Minho; a Ibéria é a região de um só rio: o Ebro. O Ebro unifica, os quatro Lusitanos diversificam, de modo que é viável assinalar uma Lusitânia minhota (brácaro-lucense), uma Lusitânia duriense, uma Lusitânia tagana, e uma Lusitânia guadiânica.
Ninguém sabe de onde vem o nome de Lusitânia. Há muitas hipóteses, todas por igual verosímeis, a mor parte delas mais provável do que demonstrável. ...»
“Se tivesse a glória de sêr artista, daria o meu concurso ao monumento, erguendo para as nuvens, sôbre uma tôrre de pedras trazidas das velhas vilas, uma Cruz de bronze, ampliada das formas que andam nos sêlos rodados do Conquistadôr. Por ela, aqui ficaria um perpétuo ofertório de almas, lâmpada votiva suspensa nêste Altar-Mor da Pátria, para acendêr nos dias festos e nefastos, dando ao céu, à terra e ao mar, o testemunho da consciência nacional atenta, com alegre esperança no porvindouro destino desta Ínclita Cidade de Lisbôa, já enobrecida por oito séculos da vida Cristã e Portuguêsa.”
Há perto de 400 anos que os Sionistas, os Inimigos de Cristo, querem (e tudo têm feito para...) Destruir A Terra de Santa Maria, mas nêstes Dias Finais, mais do que nunca, a sua Raiva e Ódio a Portugal, tornou-se uma "questão de princípio"...
Até agora, pela Graça e Protecção de Cristo e de Santa Maria, não o conseguiram.
Mas não desistem, e hoje, com tôda a tecnologia e podêr Maligno de que dispõem, querem secar e queimar Portugal...já que nada mais conseguem.Daí a sua Raiva e a sua Fúria .
Portugal Precisa, Precisamos de Ajoelhar perante O Altíssimo e com Humildade pedir-LHE que Intervenha, finalmente, em Portugal, conforme Jesus, O Senhôr Santo Cristo, nos Prometeu.
Rezar Por Portugal Oração à Virgem Santíssima, Rainha, Mãe e Padroeira de Portugal (Oração da Irmã Lúcia, vidente de Fátima) Ó Maria Concebida sem pecado, olhai para Portugal, rogai por Portugal, salvai Portugal. Quanto mais culpado Portugal é, mais necessidade têmos da Vossa intercessão. Uma palavra dita por Vós a Jesus e Portugal será salvo. Ó Jesus, obediente a Maria, Perdoai-nos, Salvai Portugal. Avé Maria, Ó Cheia de Graça, o Senhôr é Convôsco, Bendita sois Vós entre tôdas as mulheres e Bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Dêus e Mãe nossa, Rogai por nós, pecadôres, agora, e na hora da nossa morte. Amém Mãe de Misericórdia que Sois alento dos fracos e saúde dos enfêrmos, curai Portugal de todos os males de que sofre, perdoai-nos, Salvai Portugal. Avé Maria, Ó Cheia de Graça, o Senhôr é Convôsco, Bendita sois Vós entre tôdas as mulheres e Bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Dêus e Mãe nossa, Rogai por nós, pecadôres, agora, e na hora da nossa morte. Amém Rainha dos Portuguêses e Refúgio dos pecadôres, Ouvi as nossas preces, Perdoai-nos, Salvai Portugal. Avé Maria, Ó Cheia de Graça, o Senhôr é Convôsco, Bendita sois Vós entre tôdas as mulheres e Bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Dêus e Mãe nossa, Rogai por nós, pecadôres, agora, e na hora da nossa morte. Amém Salvé, Rainha, Mãe de Misericórdia, Vida, Doçura, e Esperança nossa, Salvé. A Vós bradamos, os degredados filhos de Adão e Eva, a Vós suspiramos, gemendo e chorando, nêste vale de lágrimas. Eia, pois,Ó Advogada nossa, Volvei para nós êsses vossos misericordiosos olhos, E depois deste destêrro, Mostrai-nos a Jesus, Ó Clemente, ó Piedosa, ó Sempre Dôce Virgem Maria. Amém
Nossa Senhôra do Rosário de Fátima, Rogai por nós e pela nossa Pátria, Perdoai-nos e Atendei- nos.
Majestade Divina, Senhôr da Vida e da Morte, dos que Vos amam e dos que Vos perseguem! Pela intercessão da Santíssima Virgem de Fátima, Rainha da Paz e nossa Mãe, Pedimo-Vos.Não Deixeis que a nossa Pátria, esta Pátria onde Maria ergueu o Seu trôno, venha a sêr dominada e destruída por obra dos Vossos inimigos. Enviai os Vossos Santos Anjos a todos os locais da nossa Terra de Santa Maria, e Permiti que êles possam desenvolvêr as suas potências em tôdos os seus recantos, para que o inimigo não venha a triunfar na nossa Pátria. Querêmos, e efectivamente formamos, um exército de almas que rezam para que Vós, Dêus Uno e Trino, Estendais a Vossa Mão poderosa sôbre êste pôvo, que é de Maria, a Vossa Mãe. Permiti,PAI Santíssimo, que as nuvens tempestuosas que pairam sôbre a Humanidade e tendem a espalhar-se e a submergir a nossa Pátria, sejam afastadas. Só Vós Podeis Salvar-nos! Pela Vossa Graça e a especial Protecção da nossa Padroeira Maria Imaculada e a do Anjo Custódio de Portugal, São Miguel Arcanjo, Libertai Portugal do jugo cruel do Vosso inimigo. Permiti, Querido PAI Celestial, que a nossa Terra de Santa Maria nunca seja aniquilada pelo inimigo. Dêus Santíssimo, Dêus Bondosíssimo, Deus Tôdo-Poderoso, Dêus Infinito, em união com tôdos os Santos Anjos e São Miguel Arcanjo, pedimo-Vos o Auxílio e a Benção para a nossa Pátria Lusa. Assim Vo-lo pedimos por Nosso Senhôr Jesus Cristo, O Vosso Filho. Amém
Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, inteiramente confiados A Vós, oferecêmo-Vos em Oblação o Pôvo e a Nação de Portugal, para que sôbre nós Reineis plênamente.
Oferecêmo-nos em reparação de tôdas as ofensas, Blasfémias e Insultos que contra Vós, O Santíssimo, fôram cometidas em Portugal. Recorrêmos com absoluta Confiança, aos Corações de Jesus e de Maria, aos Quais pedimos a Graça da humildade e da contricção assim como o perdão para tôdos os que nesta nação, não Vos Crêem, não Vos Adoram, não Vos Esperam e não Vos amam. Do desprêzo pela Vossa Santa Lei e Vontade, livrai-nos Senhôr. Da perca da consciência do Bem e do Mal,livrai-nos Senhôr. Dos pecados contra a vida humana desde os seus primeiros até aos seus últimos momentos,livrai- nos Senhôr. Dos pecados contra a santidade da família e do matrimónio, livrai-nos Senhôr. Da perversão das crianças e dos jovens,livrai-nos Senhôr. Do intento de apagar nos corações a Fé e a Verdade que Sois Vós, meu Dêus,livrai-nos Senhôr. Da mentira e do pecado contra o Espírito Santo,livrai-nos Senhôr. Dêste sistêma inumano e maligno, libertai-nos Senhôr. De nos esquecêrmos dos pobres,dos aflitos, dos inocentes, dos indefêsos,livrai-nos Senhôr. Do adormecimento dos que Vos Amam e Adoram, livrai-nos Senhôr. Acolhei, Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, a Consagração que agora Vos fazemos, em nôme de tôdos os Baptizados no Espírito Santo e no de tôdos as pessôas de Bôa Vontade da Pátria Lusa.
O Baptismo de Jesus Jeff Haynie. Que o Vosso Infinito Podêr de Redenção e a Fôrça do Vosso Amôr Misericordioso,detenham o Mal! Que Transformem as consciências e as acordem. Que SE Revele mais uma vez na História de Portugal, a Vossa LUZ e A Vossa Vontade! Disso, Em Vós, têmos a Plêna Certêza. Que Assim Se Faça Amém
Êste
espírito manifesta-se também , na natural liberdade do Pôvo
Luso .
De
tal modo é assim , que , ao longo dos séculos o Pôvo foi fazendo
``adaptações´´ do catolicismo muito Português , á sua vontade
de manifestar a Alma de Portugal .
Esta
é uma dessas ``adaptações´´ do espírito Luso que está
intímamente ligado ao Espírito Santo .
``A
voz do Pôvo é a Voz de Dêus e se calhar muitos dos nossos defuntos
podem sêr também celebrados no dia de Tôdos-os-Santos´´ ,
explica. O religiôso vai mais longe e acredita que , como ``Dêus
Escreve Direito por Linhas Tortas ´´ , esta combinação popular
dos dois dias pode-nos fazêr pensar e assim , fazêr-se
Luz : ``Se calhar não são datas assim tão diferentes.´´
Uma
coisa parece certa, os portugueses dão mais significado ao
Dia-de-Finados que à celebração de Tôdos-os-Santos. Talvez porque
esta é uma data em que ``particularmente se recordam os amigos
e familiares que se encontram a caminho da comunhão com Dêus´´,
refere o priôr daparóquia deSanta Isabel.
A proximidade das pessôas aos sêus defuntos aumenta o significado
desta data, em relação à celebração de santos que são
desconhecidos. ... »
Amanhã
é Dia de Todos-os-Santos e celebram-se todos os que morreram em
estado de graça e não foram canonizados.
Embora
o Dia-de-Finados seja no dia 2 de Novembro, é no dia 1 (Feriado) que
normalmente as pessoas se deslocam aos cemitérios, para prestar
homenagem aos seus familiares já falecidos.
Em
algumas aldeias do país, há ainda (entre outras) a tradição de as crianças irem
de porta em porta , com um saco na mão, pedir o Pão-por-Dêus.
Normalmente recebem bôlos, frutos sêcos, pão , …
Esta
sim, é uma tradição nossa que se está a perdêr, enquanto vamos
importando as tradições de outros países.
No entanto, o número de Aldeias/Povoações de Portugal que têm recuperado esta tão Bela Tradição Portuguêsa, tem aumentado lenta, mas cada vez mais seguramente.
Gente com alma , tem vindo a
recuperar esta linda
Tradição Portuguêsa .
« Em
Portugal, no dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos,
logo de manhã
bem cedinho,
as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o Pão-por- Dêus .
Passeiam
assim por tôda a povoação batendo de porta em porta, até ao fim da
manhã ,
e voltam com os seus sacos de pâno cheios de romãs, maçãs,
dôces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes, passas de
figo e, às vezes até dinheiro. ... »
(http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=312)
&&&&&&&&&&&
Há
povoações em que se chama a êste dia, o "Dia dos Bolinhos".
« Ainda
hôje em muitas localidades com maior incidência nas aldeias de
Portugal, é um hábito do Pôvo, comemorar duma forma curiosa e
genuína este dia feriado.
Na
tradição popular o Dia de Todos-os-Santos é conhecido pelo “Dia
dos Bolinhos” ou “Pão-por-Dêus” conforme os usos e costumes de
região para região.
Logo
pela manhã, as crianças em pequenos grupos com as suas saquinhas de
pano, andam de porta em porta por ruas e vielas, repetindo com
entusiasmo e alegria o tradicional pregão “ Ó tia! dá bolinho?”.
É interessante sabêr-se que, principalmente nos meios rurais, há
pessôas que levam muito a rigôr esta tradição , dedicando-se à
confecção de bolinhos , adicionando à sua massa, a noz, as
passas de uva e o pinhão (frutos sêcos da época) para que nêste
dia, possam presentear os sêus familiares, amigos e todas as crianças
que alegremente vão batendo a tôdas as portas.
... » (http://florliriodocampo.blogs.sapo.pt/19923.html)
Uma
coisa muito bôa que não sabias de certeza é que é costume os Padrinhos oferecerem um bôlo, o Santoro,
aos sêus Afilhados no Dia de Tôdos-os-Santos! Já viste o que tens
andado a perdêr ?
O
mês de Novembro inicia-se com o ritual do Santoro. Talvez hoje
em dia, exceptuando em digitas zonas rurais, esse ritual se haja
perdido.
Mudam-se
os tempos e mudam-se os costumes. Como a vida é uma festa, o
imaginário de haver um dia em que acontece algo de diferente, terá
perdido o anelo com que se aguardava o dia 1 de Novembro. Nessa
festa, os padrinhos de baptismo costumavam oferecer aos afilhados
o Santoro.
Este nome é uma variante popular da festa litúrgica de Todos os
Santos – Omnium
Sanctorum, de
onde: sanctorum
– santorum – santoro.
A lembrança que se recebia na Festa de Todos os Santos. Não
era mais do que uma boa rosca de pão de trigo, amassado com um pouco
de azeite e cozido no forno. Pesaria para aí uns três arrates, e
quando ia ao forno já levava umas incisões que permitiam partir o
bolo por fracções, sem recurso a faca. Pão em argola, era esta
largo o bastante para se pendurar no braço e ir com ele pela rua, de
casa do padrinho até casa dos pais, raramente a rosca chegando
inteira. Foi um costume rural, a partilha do pão novo. O pão de
Todos os Santos.«Carta
Dominical» de Pinharanda Gomes
«
...
Antigamente tôdas as pessôas , tradicionalmente , iam pedir o Pão-por-Dêus porque
havia muita pobreza e havia mêsmo necessidade de pedir.
Normalmente
as pessôas punham as mêsas com o que tinham em casa (comida e
bebida), e quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e
à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.
Hoje, em muitas aldeias , só pedem as crianças para que se mantenha a Tradição.
Depois, almoça-se e vai-se ao
cemitério pôr flôres nas Campas dos Familiares já falecidos.
Na Tradição Portuguêsa o Pão-por-Dêus era
guardado num saquinho de pâno , que tempos antes , as mães ou as avós
preparavam com todo o cuidado com uma sobra de chita de algum
trabalho de costura.
Havia até mulheres
simpáticas que confeccionavam para oferecêr nesta época , uns bôlos , as Ferraduras , que ainda hôje se cozem , com um agradável sabôr a Erva-Dôce, assim
como Brôas, para comêrem e dar
ás crianças que lhes batiam à porta.
Estas andanças de porta em porta eram sempre
acompanhadas com Cantilênas que continuam na memória colectiva e que continuam a sêr cantadas com Alegria , nêssse renascimento da Tradição em Portugal .
``Pão por
Dêus,
Fiel de Dêus,
Bolinho no
saco,
Andai com
Dêus.
Pão,
Pão-por-Dêus
à
mangarola,
encham-me
o saco,
e
vou-me embora .
Bolinhos
e bolinhós
Para
mim e para vós
Para
dar aos Finados
Que
estão mortos, enterrados
À
porta daquela Cruz
Truz!
Truz! Truz!
A
senhôra que está lá dentro
Assentada
num banquinho
Faz
favôr de se levantar
P´ra
vir dar um tostãozinho.
(quando
os dônos da Casa davam alguma coisa, vinha a resposta...)
Esta
casa cheira a brôa
Aqui
mora gente bôa.
Esta
casa cheira a vinho
Aqui
mora algum santinho.
(quando
os dônos da Casa não dão nada, era a ira da miudagem...)
Esta
casa cheira a alho
Aqui
mora um espantalho.
Esta
casa cheira a unto
Aqui
mora algum defunto. ´´
Tradicionalmente
as crianças usam estas quadras, algumas diferentes, variando de
região para região. »