Bem Vindos !

Bem Vindos tôdos(as) os que Amam a Lusitânia , tôdos(as) os que Amam Portugal e o Sêu significado profundo no que respeita ao Futuro da nossa querida Mãe Terra e da Sua Criação , incluindo a Humanidade .
Estejam á Vontade nesta humilde casa , aonde podem Descansar junto á Lareira do Coração , enquanto ouvem uma Música e lêem as Palavras reconfortantes de um Livro ... mas não esperem adormecimento , nem alienação , nem inconsciência , nem nada que nos afaste da Realidade ...
Esperem , talvez , o inesperado , e Tudo o que nos possa (re)conduzir de volta á Fonte ... encontrarão aqui Coisas de muitas proveniências .
Tôdas elas , sejam , Palavras , sejam Música , sejam Imagens , falarão de Dêus , o nosso querido Pai e Mãe , Filho e Espírito Santo ... opto por nomear segundo a Tradição Ocidental , que é a minha , em Especial , nêste Rectângulo ancestral que é Portugal , nêste Balcão que Mira o Atlântico profundo , aonde , Algures , no seu Fundo , a Atlântida aguarda Regressar ao Consciente da Humanidade ... não meçam o que aqui vêem/ouvem/sentem , por conceitos limitadôres , porque a Lusitânia da nossa Alma , não tem medida , a nossa querida Mãe do Céu e da Terra , não SE Limita .
Não nos limitêmos nós (cada um de nós) também ... Tudo é permitido , tôdas as palavras , opiniões , sentimentos , maneiras de vêr , serão permitidas , excepto aquelas que nos conduzam de volta á inconsciência .
Palavras de maledicência , de hipocrisia , de cinismo , de maldade , de intolerância , de fanatismo , de mentira , serão erradicadas deste local de Paz .
Tôdas as formas de expressão , religiosas/espirituais/filosóficas serão bem-vindas dêsde que venham do coração , movidas pêla Honestidade e pela Humildade do verdadeiro aprendiz .
Da Lusitânia , de Portugal , falarei/ falarêmos se assim o quiserem , da sua História , da sua Espiritualidade , dos seus Poetas/Profetas ,das Profecias , da sua imensa e íntima relação com o estabelecimento nesta Terra , das Novas Terras e dos Novos Céus prometidas pêlo Criadôr .

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12/02/2018

As Verdadeiras Raízes dos Portuguêses V: A Cónii-Lusitânia Não É A Ibéria!

A Lusitânia Não É A Ibéria
A Ibéria Não É A Lusitânia!



« ...a Lusitânia natural é todo o oeste peninsular. Vai do Promontório Sacro(Cónia/Algarve), para além do Minho, até à vertente norte-atlântica, ... A Lusitânia é o país dos quatro rios: Guadiana, Tejo, Douro e Minho; a Ibéria é a região de um só rio: o Ebro. O Ebro unifica, os quatro Lusitanos diversificam, de modo que é viável assinalar uma Lusitânia minhota (brácaro-lucense), uma Lusitânia duriense, uma Lusitânia tagana, e uma Lusitânia guadiânica. ...»




Já há anos que tenho guardado, sempre Actuante e Actual, no meu Baú dos Tesoiros, o texto genial e absolutamente esclarecedôr, Definitivo, dum grande Filósofo e Historiadôr, ou Historiadôr-Filósofo Português, o Professôr Pinharanda Gômes .




“A Patrologia Lusitâna”

 A Lusitânia não é a Ibéria, a Ibéria não é a Lusitânia. Comete êrro de juízo‘ de facto e de valôr, a corrente histórica e política que força a realidade até sêr capaz de metêr a Lusitânia na União Ibérica, por não compreendêr que não há recta União Ibérica, mas correcta União Hispânica. 




Na União Hispânica cabem a Lusitânia e a Ibéria, enquanto que  na União Ibérica só cabem os povos iberos, ou da Ibéria. A tese iberista releva do projecto de sujeição da vertente Atlântica à vertente Mediterrânica e, por via dela, da sujeição dos povos da periferia ao centro impulsôr do iberismo. A União Ibérica, tornada dôce paliativo, é na ordem política o projecto anti-autonomista do Duque de Olivares: Braga dominada por Tolêdo.



 A Hispânia tem quatro vertentes: a vertente atlântico-cantábrica, especiosa, ainda que aparentada com a vertente pirenaica e com a vertente lusitâna; a vertente mediterrânica (ibérica); a vertente pirenaica, com Aragão, e que por si mesmo é também específica; e a vertente lusitano-atlântica, em que amplamente se insere a galêga ou galaica. É supérfluo considerar as vertentes pirenaica e cantábrica, porque a díade dualista se põe sómente quanto às vertentes ibérica e lusitâna. Os geógrafos que vieram de fora nunca se enganaram e, por isso, jamais confundiram Lusitânia e Ibéria.



A Lusitânia é a vertente atlântica – “Lusitânia… que mare Atlanticum spectat” 7, enquanto que  a Ibéria é a região do Ebro, que o Mediterrâneo contempla. Em sentido figurado, diríamos que a Ibéria olha para Oriente, enquanto que  a  Lusitânia olha para onde o mar começa e a terra se acaba, por repouso do Sol Occitânico. A diferença geográfica não inclui uma diferença cultural, (dos círculos culturais de Frobenius sabemos como em África e na Europa há culturas análogas, ainda que Frobenius haja sublinhado que importa não confundir analogia com homologia), mas deve suscitar a vocação para definir identidade geográfica, identidade étnica, e identidade existencial. Lusitânia e Ibéria são duas regiões distintas, tão significativas uma como a outra, mas nem a Ibéria é fusível para a Lusitânia, nem há Lusitânia fusionável com Ibéria. 



A pré-história dos povos peninsulares é diferente, mas torna-se sintomático o nível diferencial entre projecto ibérico e excurso lusitâno, como se a Lusitânia e a Ibéria houvessem sido bêrços de duas diferentes raças humanas, como queria o enciclopedismo evolucionista 8. Na diversidade, as duas versões antigas projectaram-se sempre num dualismo geográfico e histórico, de modo que à díade nómica da Lusitânia / Ibéria correspondeu a díade, algumas vezes antinómica, de Portugal / Espanha. Oliveira Martins não têve pejo em considerar a adopção do êrro, provindo de muito antes, mas aprofundado em Herculano, da confusão de Ibéria e Lusitânia, o que lhe valeu as acerbas críticas de Teófilo Braga, apoiado na geografia clássica, sobretudo na Púnica, de Sílio Itálico, que soube salientar a longa distinção entre Iberos e Celtas e, por concomitância, entre Iberos e Lusitanos, os que ocuparam uma região afastada e diferenciada, onde permaneceram e perduraram como Lusitanos. A Lusitânia é algo de comprimido a oeste, mas é também algo de não assimilado a leste .



 A Hispânia é um microcosmos, disse o geógrafo Méndez Silva, onde há de tudo e nada falta, o que já antes dele haviam visto os apologistas das esquadras mafamédicas. Microcosmos, cume da Europa, cabeça do boi, é envolvida na sua maior extensão pelo Rio Oceano, Atlântico identificado, apesar do jogo de estilo elaborado por Homero, ou pelos homeríadas, mas reino microcosmos divertido em dois olhares: o limite atlântico, span, sepharad, ao modo fenício e hebraico, que é a nossa finisterra, como que a sugerir que Hispânia é a Lusitânia com as terras do meio que olham para o mar do meio das terras, de onde se gera o dualismo atlântico-mediterrânico da Hispânia, mas onde por igual se gera o atlantismo da Lusitânia 10. As diversidades regionais podem não servir de base a divisões de território, nem são de molde a criar regionalismos vinculados a um exclusivismo étnico, mas, no caso Lusitânia/Ibéria, houve lugar a uma configuração excêntrica, centrífuga e oceânica, de tal modo que seria sensato postular que o nacionalismo das nações hispânicas, incluída a nação portuguesa, encontra raízes e águas acolhedoras nos regionalismos. 



A afirmação de Portugal é um acto de nacionalismo; mas a afirmação da Lusitânia prevalece no acto do regionalismo. A Lusitânia afirma-se pagus, terra nostra, perante a urbe mediterrânica. A extensa teoria literária e político-ideológica da antítese Castela/Portugal, mormente elaborada no ciclo de 1580/1700 não é um fenómeno de erupção palaciana; ela vem de longe, e os ideólogos palacianos limitaram-se a pôr em letra de ler, ou em papel de prelo, uma interpretação de mitos, de imagens avoengas.


  Lusitânia situa-se entre Ibéria e Oceano, ou, na configuração pré-romana, numa forma quadrangular que o domínio romano por considerações estratégicas encurtou, ao dividir a Hispânia em três províncias, a Lusitânia (diminuída da Galécia), a Tarraconense e a Bética. Das três províncias, a que corresponde ao vector do iberismo é a Tarraconense, porque Tarracona, pago ibérico, estende os elos até ao Atlântico, subjugando a Galiza e, o mais curioso a região dos Brácaros. A divisão provincial romana carece de toda a lógica étnico-cultural, mas abunda em intencionalidade dominativa. Tarracona é a Ibéria tal como os iberistas sonham: uma grande província absorvente das que lhe ficam, diminuídas, a seus pés, a Bética e a Lusitânia. A estratégia romana elaborava com base em interpretações comprometidas, pois, com efeito, Estrabão, que era mais submisso do que Mela, confundira Iberos e Lusitanos, ainda que afirmasse serem, os Lusitanos, os mais fortes dos Iberos





11. Estrabão tem interesse em identificar Iberos e Lusos para justificar a extensão da Ibéria tarraconense até à Lusitânia bracarense e lucense; Pompónio Mela sabe da forte identidade lusitana face à Ibéria, e convém-lhe sujeitar a fortaleza da finisterra à esperteza da mediterra. Ao não compreender o jogo de intenções, Herculano acabaria por cair na tese negativa da identidade nacional com base regional, por oposição a quem vira melhor do que ele, Bernardo de Brito e André de Resende — o que, aliás, vem já dito em Leite de Vasconcellos 12.
 
A Lusitânia Romana é uma Lusitânia diminuída talhada a esquadro e régua, segundo o interesse dominacional do império, a Lusitânia natural é todo o oeste peninsular. Vai do Promontório Sacro, para além do Minho, até à vertente norte-atlântica, e do oeste atlântico até bem dentro: incluí, pelo menos, Mérida e grande parte da Estremadura, por isso chamada Extrema: a fronteira da Lusitânia com a Ibéria.  
A Lusitânia é o país dos quatro rios: Guadiana, Tejo, Douro e Minho; a Ibéria é a região de um só rio: o Ebro. O Ebro unifica, os quatro Lusitanos diversificam, de modo que é viável assinalar uma Lusitânia minhota (brácaro-lucense), uma Lusitânia duriense, uma Lusitânia tagana, e uma Lusitânia guadiânica.

Ninguém sabe de onde vem o nome de Lusitânia. Há muitas hipóteses, todas por igual verosímeis, a mor parte delas mais provável do que demonstrável.  ...»


https://ibericos.wordpress.com/2008/05/26/pinharanda-gomes-a-patrologia-lusitana/



 

07/02/2018

Portugal


http://bloguedebd.blogspot.pt/2016/11/luto-na-banda-desenhada-portuguesa.html

Portugal


 “Portugal, volta ao Mar, aos  Teus navios.

  Portugal volta ao Homem, ao Marinheiro, volta à Tua terra, à Tua Fragrância, à Tua Razão,

 Livre ao vento, de Nôvo… à Luz Matutina do Cravo e da Espuma.

  Mostra-nos o Teu Tesouro, os Teus homens, as Tuas mulheres, não mais escondas o Teu

  Rôsto de Embarcação Valente a Vogar pelos Horizontes do Oceano.



http://bloguedebd.blogspot.pt/2016/11/luto-na-banda-desenhada-portuguesa.html

  Portugal, Navegante, Descobridôr de lhas, inventôr de pimentas, Descobre o Homem Nôvo,

 as Ilhas Assombradas, Descobre o Arquipélago do Tempo.

 A súbita Aparição do Pão sôbre a Mêsa, a Aurora, Tu, Descobre-A, Ó Descobridôr de

 Auroras... 

http://bloguedebd.blogspot.pt/2016/11/luto-na-banda-desenhada-portuguesa.html

 Como é que Podes deixar-Te ficar assim?

  Como é que podes negar-Te ao Ciclo da Luz, Tu que Mostraste caminhos aos Cegos?

  Tu, Dôce, Férreo, Velho, Estreito e Amplo Pai do Horizonte, como é que  Podes fechar a Porta

 ao Vento com Estrêlas do Oriente?


https://www.artflakes.com/en/products/portugal-face-of-europe

  Ó Proa da Europa, Procura na correntêza as Ondas Ancestrais, a Marítima Barba de

 Camões.

 Rompe as teias-de-aranha que cobrem a Tua Fragrante Toalha de Verdura e então, a nós

 outros, filhos dos teus filhos, aquêles para quem Descobriste a Areia até então escura da

 deslumbrante Geografia, Mostra-nos que Podes Atravessar de nôvo o Nôvo Mar Escuro e

 Descobrir o Homem que Nasceu nas maiores Ihas da Terra.



Navega, Portugal, A Hora chegou.

 Levanta a  Tua Estatura de Prôa e por entre as ilhas e os homens, Volta a Sêr Caminho.

 A esta idade Agrega a Tua Luz, Volta a Sêr Lanterna e Aprenderás de Nôvo a Sêr Estrêla”.





https://grafik.deviantart.com/art/Descobrimentos-347082177?offset=50







19/01/2018

Real! Real! Por El-Rey de Portugal!



https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1614220701993159&set=a.168890273192883.42655.100002157337626&type=3&theater


Que símbolo fecundo
Vem na aurora ansiosa?
Na Cruz Morta do Mundo
A Vida, que é a Rosa.
Que símbolo divino
Traz o dia já visto?
Na Cruz, que é o Destino,
A Rosa, que é o Cristo.
Que símbolo final
Mostra o sol já desperto?
Na Cruz morta e fatal
A Rosa do Encoberto.

16/01/2018

O Altar-Mor da Pátria



https://www.estudosportugueses.com/hipolito_raposo.html

“Se tivesse a glória de sêr artista, daria o meu concurso ao monumento, erguendo para as nuvens, sôbre uma tôrre de pedras trazidas das velhas vilas, uma Cruz de bronze, ampliada das formas que andam nos sêlos rodados do Conquistadôr. Por ela, aqui ficaria um perpétuo ofertório de almas, lâmpada votiva suspensa nêste Altar-Mor da Pátria, para acendêr nos dias festos e nefastos, dando ao céu, à terra e ao mar, o testemunho da consciência nacional atenta, com alegre esperança no porvindouro destino desta Ínclita Cidade de Lisbôa, já enobrecida por oito séculos da vida Cristã e Portuguêsa.”

Hipólito Rapôso 1937

11/11/2017

Portugal Está Sôb Ataque Cerrado do(s) Inimigo(s) de Cristo!


 Há perto de 400 anos que os Sionistas, os Inimigos de Cristo, querem (e tudo têm feito para...) Destruir A Terra de Santa Maria, mas nêstes Dias Finais, mais do que nunca, a sua Raiva e Ódio a Portugal, tornou-se uma "questão de princípio"...



Até agora, pela Graça e Protecção de Cristo e de Santa Maria, não o conseguiram.
Mas não desistem, e hoje, com tôda a tecnologia e podêr Maligno de que dispõem, querem secar e queimar Portugal...já que nada mais conseguem.Daí a sua Raiva e a sua Fúria .

Portugal Precisa, Precisamos de Ajoelhar perante O Altíssimo e com Humildade pedir-LHE que Intervenha, finalmente, em Portugal, conforme Jesus, O Senhôr Santo Cristo,  nos Prometeu.


Rezar Por Portugal
Oração à Virgem Santíssima, Rainha, Mãe e Padroeira de Portugal
(Oração da Irmã Lúcia, vidente de Fátima)
Ó Maria Concebida sem pecado, olhai para Portugal, rogai por Portugal, salvai Portugal. Quanto
mais culpado Portugal é, mais necessidade têmos da Vossa intercessão. Uma palavra dita por Vós
a Jesus e Portugal será salvo. Ó Jesus, obediente a Maria, Perdoai-nos, Salvai Portugal.
Avé Maria,
Ó Cheia de Graça, o Senhôr é Convôsco,
Bendita sois Vós entre tôdas as mulheres
e Bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Dêus
e Mãe nossa,
Rogai por nós, pecadôres,
agora, e na hora da nossa morte.
Amém
Mãe de Misericórdia que Sois alento dos fracos e saúde dos enfêrmos, curai Portugal de todos os
males de que sofre, perdoai-nos, Salvai Portugal.
Avé Maria,
Ó Cheia de Graça, o Senhôr é Convôsco,
Bendita sois Vós entre tôdas as mulheres
e Bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Dêus
e Mãe nossa,
Rogai por nós, pecadôres,
agora, e na hora da nossa morte.
Amém


Rainha dos Portuguêses e Refúgio dos pecadôres, Ouvi as nossas preces, Perdoai-nos, Salvai

Portugal.


Avé Maria,
Ó Cheia de Graça, o Senhôr é Convôsco,
Bendita sois Vós entre tôdas as mulheres
e Bendito é o Fruto do Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Dêus
e Mãe nossa,
Rogai por nós, pecadôres,
agora, e na hora da nossa morte.
Amém



Salvé, Rainha, Mãe de Misericórdia,
Vida, Doçura, e Esperança nossa, Salvé.
A Vós bradamos, os degredados filhos de Adão e Eva,
a Vós suspiramos, gemendo e chorando,
nêste vale de lágrimas.
Eia, pois,Ó Advogada nossa,
Volvei para nós êsses vossos misericordiosos olhos,
E depois deste destêrro,
Mostrai-nos a Jesus,
Ó Clemente, ó Piedosa, ó Sempre Dôce Virgem Maria.
Amém





Nossa Senhôra do Rosário de Fátima, Rogai por nós e pela nossa Pátria, Perdoai-nos e Atendei-
nos.


* * *

Ícone Russo, Sabaot-Sul da Rússia entre 1850/80


Majestade Divina, Senhôr da Vida e da Morte,
dos que Vos amam e dos que Vos perseguem!

Pela intercessão da Santíssima Virgem de Fátima,
Rainha da Paz e nossa Mãe,
Pedimo-Vos.Não Deixeis que a nossa Pátria, esta Pátria
onde Maria ergueu o Seu trôno, venha a sêr dominada
e destruída por obra dos Vossos inimigos.

Enviai os Vossos Santos Anjos
a todos os locais da nossa Terra de Santa Maria,
e Permiti que êles possam desenvolvêr as suas potências
em tôdos os seus recantos, para que o inimigo
 não venha a triunfar na nossa Pátria.

Querêmos, e efectivamente formamos, um exército de almas
que rezam para que Vós, Dêus Uno e Trino,
 Estendais a Vossa Mão poderosa sôbre êste pôvo,
que é de Maria, a Vossa Mãe.

Permiti,PAI Santíssimo, que as nuvens tempestuosas
que pairam sôbre a Humanidade e tendem a espalhar-se
e a submergir a nossa Pátria, sejam afastadas.
Só Vós Podeis Salvar-nos!

Pela Vossa Graça e a especial Protecção da nossa Padroeira Maria Imaculada
e a do Anjo Custódio de Portugal, São Miguel Arcanjo,
Libertai Portugal do jugo cruel do Vosso inimigo.
Permiti, Querido PAI Celestial, que a nossa Terra de Santa Maria
nunca seja aniquilada pelo inimigo.

Dêus Santíssimo,
 Dêus Bondosíssimo,
Deus Tôdo-Poderoso,
Dêus Infinito,
em união com tôdos os Santos Anjos
e São Miguel Arcanjo,
pedimo-Vos o Auxílio e a Benção
para a nossa Pátria Lusa.

Assim Vo-lo pedimos por Nosso Senhôr Jesus Cristo, O Vosso Filho.
Amém



Dêus , o nosso Amado PAI Celestial

* * *

Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, inteiramente confiados A Vós,
oferecêmo-Vos em Oblação o Pôvo e a Nação de Portugal, para que sôbre nós Reineis
plênamente.




Oferecêmo-nos em reparação de tôdas as ofensas, Blasfémias e Insultos que contra Vós, O
Santíssimo, fôram cometidas em Portugal.

Recorrêmos com absoluta Confiança, aos Corações de Jesus e de Maria, aos Quais pedimos a
Graça da humildade e da contricção assim como o perdão para tôdos os que nesta nação, não Vos
Crêem, não Vos Adoram, não Vos Esperam e não Vos amam.


Do desprêzo pela Vossa Santa Lei e Vontade, livrai-nos Senhôr.
Da perca da consciência do Bem e do Mal,livrai-nos Senhôr.
Dos pecados contra a vida humana desde os seus primeiros até aos seus últimos momentos,livrai-
nos Senhôr.
Dos pecados contra a santidade da família e do matrimónio, livrai-nos Senhôr.
Da perversão das crianças e dos jovens,livrai-nos Senhôr.
Do intento de apagar nos corações a Fé e a Verdade que Sois Vós, meu Dêus,livrai-nos Senhôr.
Da mentira e do pecado contra o Espírito Santo,livrai-nos Senhôr.
Dêste sistêma inumano e maligno, libertai-nos Senhôr.
De nos esquecêrmos dos pobres,dos aflitos, dos inocentes, dos indefêsos,livrai-nos Senhôr.
Do adormecimento dos que Vos Amam e Adoram, livrai-nos Senhôr.


Acolhei, Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria, a Consagração que agora Vos
fazemos, em nôme de tôdos os Baptizados no Espírito Santo e no de tôdos as pessôas de Bôa
Vontade da Pátria Lusa.

O Baptismo de Jesus
Jeff Haynie.

Que o Vosso Infinito Podêr de Redenção e a Fôrça do Vosso Amôr Misericordioso,detenham o Mal!
Que Transformem as consciências e as acordem.

Que SE Revele mais uma vez na História de Portugal, a Vossa LUZ e A Vossa Vontade!
Disso, Em Vós, têmos a Plêna Certêza.
Que Assim Se Faça
Amém



31/10/2017

1 de Novembro, Dia de Tôdos-os-Santos e D' O Pão-Por-Dêus


A Tradição de Portugal



Cada vez mais se celebra o Dia de Tôdos-os-Santos 

 no Dia de Finados ou Dia dos Fieis Defuntos .

A igreja Católica de Portugal aceita esta vontade do Pôvo Luso .


(Frontispício da Igreja de Sta Isabel em Lisbôa)


O Espírito Isabelino do Pôvo de Portugal

Êste espírito manifesta-se também , na natural liberdade  do Pôvo Luso .
De tal modo é assim , que , ao longo dos séculos o Pôvo foi fazendo ``adaptações´´ do catolicismo muito Português , á sua vontade de manifestar a Alma de Portugal .
Esta é uma dessas ``adaptações´´ do espírito Luso que está intímamente ligado ao Espírito Santo .

 « ..O padre José Manuel Almeida prefere acrescentar uma justificação mais espiritual :

``A voz do Pôvo é a Voz de Dêus e se calhar muitos dos nossos defuntos podem sêr também celebrados no dia de Tôdos-os-Santos´´ , explica. O religiôso vai mais longe e acredita que , como ``Dêus Escreve Direito por Linhas Tortas ´´ , esta combinação popular dos dois dias pode-nos  fazêr pensar e assim ,  fazêr-se Luz :  ``Se calhar não são datas assim tão diferentes.´´
Uma coisa parece certa, os portugueses dão mais significado ao Dia-de-Finados que à celebração de Tôdos-os-Santos. Talvez porque  esta é uma data em que ``particularmente se recordam os amigos e familiares que se encontram a caminho da comunhão com Dêus´´, refere o priôr da paróquia de Santa Isabel. A proximidade das pessôas aos sêus defuntos aumenta o significado desta data, em relação à celebração de santos que são desconhecidos. ...  »   




O DIA DE TODOS-OS-SANTOS





Amanhã é Dia de Todos-os-Santos e celebram-se todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados.


Embora o Dia-de-Finados seja no dia 2 de Novembro, é no dia 1 (Feriado) que normalmente as pessoas se deslocam aos cemitérios, para prestar homenagem aos seus familiares já falecidos.



Em algumas aldeias do país, há ainda (entre outras) a tradição de as crianças irem de porta em porta , com um saco na mão, pedir o Pão-por-Dêus.


 Normalmente recebem bôlos, frutos sêcos, pão , …


Esta sim, é uma tradição nossa que se está a perdêr, enquanto vamos importando as tradições de outros países. 



No entanto, o número de Aldeias/Povoações de Portugal que têm recuperado esta tão Bela Tradição Portuguêsa, tem aumentado lenta, mas cada vez mais seguramente.


Gente com alma , tem vindo a recuperar esta linda 

Tradição Portuguêsa .



« Em Portugal, no dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos,


 logo de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o Pão-por- Dêus . 

                                                         
Passeiam assim por tôda a povoação batendo de porta em porta, até ao fim da manhã , 




e voltam com os seus sacos de pâno cheios de romãs, maçãs, dôces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes, passas de figo e, às vezes até dinheiro.  ...  » (http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=312)




&&&&&&&&&&&


Há povoações em que se chama a êste dia, o "Dia dos Bolinhos". 




« Ainda hôje em muitas localidades com maior incidência nas aldeias de Portugal, é um hábito do Pôvo, comemorar duma forma curiosa e genuína este dia feriado.
Na tradição popular o Dia de Todos-os-Santos é conhecido pelo “Dia dos Bolinhos” ou “Pão-por-Dêus” conforme os usos e costumes de região para região.
Logo pela manhã, as crianças em pequenos grupos com as suas saquinhas de pano, andam de porta em porta por ruas e vielas, repetindo com entusiasmo e alegria o tradicional pregão “ Ó tia! dá bolinho?”. É interessante sabêr-se que, principalmente nos meios rurais, há pessôas que levam muito a rigôr esta tradição , dedicando-se à confecção de bolinhos , adicionando à sua massa, a noz, as passas de uva e o pinhão (frutos sêcos da época) para que nêste dia, possam presentear os sêus familiares, amigos e todas as crianças que alegremente vão batendo  a tôdas as  portas. ... » (http://florliriodocampo.blogs.sapo.pt/19923.html)


 Uma coisa muito bôa que não sabias de certeza é que é costume os Padrinhos oferecerem um bôlo, o Santoro, aos sêus Afilhados no Dia de Tôdos-os-Santos! Já viste o que tens andado a perdêr ?
« ... O mês do Santoro

O mês de Novembro inicia-se com o ritual do Santoro. Talvez hoje em dia, exceptuando em digitas zonas rurais, esse ritual se haja perdido.
Jesué Pinharanda – Carta DominicalMudam-se os tempos e mudam-se os costumes. Como a vida é uma festa, o imaginário de haver um dia em que acontece algo de diferente, terá perdido o anelo com que se aguardava o dia 1 de Novembro.
Nessa festa, os padrinhos de baptismo costumavam oferecer aos afilhados o 
Santoro. Este nome é uma variante popular da festa litúrgica de Todos os Santos – Omnium Sanctorum, de onde: sanctorum – santorum – santoro. A lembrança que se recebia na Festa de Todos os Santos.
Pão Rosca de Todos os SantosNão era mais do que uma boa rosca de pão de trigo, amassado com um pouco de azeite e cozido no forno. Pesaria para aí uns três arrates, e quando ia ao forno já levava umas incisões que permitiam partir o bolo por fracções, sem recurso a faca.
Pão em argola, era esta largo o bastante para se pendurar no braço e ir com ele pela rua, de casa do padrinho até casa dos pais, raramente a rosca chegando inteira.
Foi um costume rural, a partilha do pão novo. O pão de Todos os Santos.
«Carta Dominical» de Pinharanda Gomes




       « ...     Antigamente tôdas as pessôas , tradicionalmente , iam pedir o Pão-por-Dêus   porque havia muita pobreza e havia mêsmo necessidade de pedir.


 Normalmente as pessôas punham as mêsas com o que tinham em casa (comida e bebida), e quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.


            Hoje, em muitas aldeias , só pedem as crianças para que se mantenha  a Tradição.  

 

Depois, almoça-se e vai-se ao cemitério pôr flôres nas Campas dos Familiares já falecidos.


            Na Tradição Portuguêsa o Pão-por-Dêus era guardado num saquinho de pâno , que tempos antes ,  as mães ou as avós preparavam com todo o cuidado com uma sobra de chita de algum trabalho de costura.



            Havia até mulheres simpáticas que confeccionavam para oferecêr nesta época , uns bôlos , as Ferraduras , que ainda hôje se cozem , com um agradável sabôr a Erva-Dôce, assim como Brôas, para comêrem e dar ás  crianças que lhes batiam à porta.


            Estas andanças de porta em porta eram sempre acompanhadas com Cantilênas que continuam na memória colectiva e que continuam a sêr cantadas com Alegria , nêssse renascimento da Tradição em Portugal .

``Pão por Dêus,
Fiel de Dêus,
Bolinho no saco,
Andai com Dêus.

Pão, Pão-por-Dêus
à mangarola,
encham-me o saco,
e vou-me embora .

Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos Finados
Que estão mortos, enterrados
À porta daquela Cruz

Truz! Truz! Truz!
A senhôra que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favôr de se levantar
P´ra vir dar um tostãozinho.

(quando os dônos da Casa davam alguma coisa, vinha a resposta...)

Esta casa cheira a brôa
Aqui mora gente bôa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.

(quando os dônos da Casa não dão nada, era a ira da miudagem...)

Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho.
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto. ´´

            Tradicionalmente as crianças usam estas quadras, algumas diferentes, variando de região para região.    »







Mais linques sôbre o Dia de Finados ou dos Fieis Defuntos  , Pão-por-Dêus ou Dia dos Bolinhos , Dia do Santoro até ao Dia de S Martinho







e muitos mais ...


Espero que tenham amado como êu Amo .

A Tradição Portuguêsa é a Nossa Alma , a Nossa 

Identidade Ancestral que precisa Estar Viva para 

que Portugal Viva .






Por Amôr a Portugal !

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