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05/03/2018

A Grande Filosofia Portuguêsa , Os/As Grandes Filósofos/as de Portugal e Um Libelo Anti-AO (Abôrto Ôrtográfico)





I

Nêste Libelo pessoal Anti-AO, publico Grandes nômes da Renascença Portuguêsa , uma Plêiade de Estrêlas Brilhantes nos Céus Nocturnos de Portugal.

http://antonioquadros.blogspot.pt/2010/05/o-grupo-da-filosofia-portuguesa-e-nao.html
Da esquêrda para a direita, em pé:Pinharanda Gomes, Eduardo Salgueiro, António Quadros,
 Francisco Sottomayor, Álvaro Ribeiro, Afonso Botelho, António Alvim.
E Sentados: Sant'Anna Dionísio, Padre Dias de Magalhães, 
Agostinho da Silva, Maria Violante Moreira, João Botelho, José Marinho...
Vários outros/as não estão na imagem, tal como o grande Teixeira de Pascoaes.
A grande Dalila Pereira da Costa  e tantos/as outros/as...

E menciono-os/as , porque tôdos êles,sem excepção escreviam Em Português, e seriam tôdos sem excepção, contra esta Abjecção Abôrtográfica que a Maçonaria Globalista, e os seus agentes em Portugal , O Regime republicano dos Traidôres da Pátria , querem Impingir aos Portuguêses, com (já) nefastas consequências para A NOSSA Língua Sagrada.
 
Por isso mêsmo, seguindo O Caminho dêstes Grandes Portuguêses, animado pela sua Fôrça e Amôr a Portugal, inspirado na sua Genialidade e Grandêza, Afirmo com Convicção, que sou genética e totalmente contra QUALQUER UM QUE SEJA O  AO  que nos queiram Impingir!!!
Porque A Língua de Portugal Nasceu Livre, Cresceu Livre e Livre Tem de Ficar !
Nasceu Livremente, Filha Dilecta e Directa da Língua Viva Cónii-Lusibérica...

                                                                   que Vive Na Língua de Portugal.
Língua de Portugal que é divina, isto é, Nascida Directamente do Verbo Divino, A Santa Palavra Criadôra de Dêus PAI e MÃE.
Como defendia  o grande Filólogo e Linguísta Português, Teixeira Rêgo
 
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/bdigital/0-25LMR/2/0-25LMR_master/0-25LMR_PDF/0-25LMR_0000_1-42_t24-C-R0150.pdf

nas palavras luminosas, plênas do verbo Português, de Pinharanda Gômes,

http://www.bmel.pt/a-guarda-em-letras/autores-do-fundo-local/2146-pinharanda-gomes-1939-



ou, nas palavras não mênos plênas do Verbo Português de António Telmo.


II

O Verbo e a Filosofia Portuguêsa

https://www.youtube.com/channel/UCPYiB6QpJyFHo6n3LZMUtQw

«     Teixeira Rego é, como Bruno, de quem aliás muito significativamente foi amigo, um pensador "obscuro". Pertence ao grupo inumerável daqueles que o positivismo combateu e quis fazer esquecer, embora, por um curioso mas frequente mal-entendido, seja em geral considerado um positivista. A ilusão ou engano de que há pensamento claro e expressão clara – criada e prestigiada pelo iluminismo e pelo positivismo que este preparou, continuada –, ilusão ou engano que sustém a existência de certas seitas pensantes e actuantes, tornou difícil o entendimento do que etimologicamente significa obscuridade do pensamento e do estilo. Entre a coerência de sons, que caracteriza a chamada expressão clara, coerência sempre dependente de uma palavra obscura, e a simpatia de significações que se estabelece nas zonas recônditas e cognitivas da alma humana, não há oposição apolínea de luz e treva, mas gradação especulativa, sem termo, pelo menos sentido, de comparação. Teixeira Rego foi um pensador obscuro, quer dizer, alguém inteligente, alguém que primeiro soube toda a verdade do lugar-comum de que o pensamento só vale enquanto profundo

...
Vejamos agora a acusação de positivista, a que já nos referimos, e de ateu, que em geral pronunciam aqueles que falam ou escreveram sobre Teixeira Rego, acusação que, a ser verdadeira, anularia o que acabamos de dizer. Admitamos e concordemos, porém, com o seu inegável materialismo.
A confusão entre materialismo e ateísmo é exterior à filosofia, embora penetrasse no domínio do senso comum por intermédio de professores chamados de filosofia. Se o senso comum fosse, de facto, o bom-senso, toda a gente veria que nada tem que ver uma coisa com outra.
Vemos Teixeira Rego preocupado em descobrir os segredos da matéria, mas essa interpretação visa alcançá-la no grau em que já não aparece como sinal negativo de Deus.



A acusação de positivismo parece-nos derivar da sua oposição à metafísica. Tal oposição não traz, porém, o sinal do positivismo. O problema que obsidiava o pensador era o problema do mal. Várias vezes dá a entender que a metafísica, visando separar o espírito das suas condições psíquicas e somáticas, contribui assim para o aumento da dor no mundo do homem e da natureza, contrariando a evolução natural dos seres. Representa, com efeito, a metafísica, sempre uma acção violenta contra a natureza, que, hoje, se encontra referida particularmente a cada ser. E, reflexamente, atribui-lhe a origem de todos os nossos males. Há, porém, que distinguir cuidadosamente entre mal e sofrimento, entre malefício e corrupção, a fim de evitar que, por inversão e subversão dos termos, se dêem novos malefícios.


 
Não nos surpreende a incompreensão que aqui referimos para com o inteligente, obscuro pensador. Raramente não atinge os homens superiores. Atinge-os, com o propositado esquecimento, pois se vemos citados e elogiados hoje, em trabalhos feitos por linguistas e outros especialistas, homens como Leite de Vasconcelos, Carolina Michaëlis de Vasconcelos, Adolfo Coelho, filólogos talentosos mas sem génio, raramente lemos o nome de Teixeira Rego. Vemos frequentemente os homens superiores acusados de defenderem teses e assumirem posições que toda a vida combateram. Assim acontece ao pensador que ousa e sabe pensar na sua língua, mas apresenta nas línguas diversas dos diversos leitores o que foi pensado na origem. Na língua dos positivistas se exprimiu demasiadamente o autor da «Nova Teoria do Sacrifício».   ... »





 
Tal como Teixeira Rêgo e Pinharanda Gômes, e sem, de nenhuma maneira me querêr comparar a êsses grandes espíritos, sou um auto-didacta que, de forma consciente e deliberada, escreve com Liberdade uma Língua Livre.

António Telmo assim os descreve:


https://www.antonio-telmo-vida-e-obra.pt/

«  ...  Teixeira Rego era um autodidacta como autodidacta é Pinharanda Gomes, que o biografou. Causou escândalo nos meios universitários coimbrões ter sido posto por Leonardo Coimbra na Faculdade de Letras da Universidade do Porto a ensinar algumas disciplinas fundamentais. Do ponto de vista universitário, um autodidacta é um analfabeto. Pinharanda Gomes nunca foi chamado a ensinar na Universidade, nem até na Universidade Católica, apesar da sua perfeita ortodoxia e da sua obra monumental. Também é certo que, na Universidade actual, não há nenhum Leonardo Coimbra.



http://filosofiaportuguesa.blogspot.pt/2013/03/noemas-de-filosofia-portuguesa.html
O homem primitivo foi também imaginado por Teixeira Rego como um autodidacta. Aprendeu tudo por si próprio, até o falar, reagindo ao meio e reflectindo. Tivemos que esperar muitos milénios até que viesse a fundar a Universidade e a tornar-se um inimigo dos autodidactas, isto é, de si próprio. Todavia, pelo caminho que assim tomou, parece que se impediu, como veremos, de atingir conhecimentos tão altos como os de Hay Benyocdan.


http://www.ofilosofo.com/lzuzarte-t3.htm

Teixeira Rego exerce sobre Pinharanda Gomes um fascínio irresistível. Sente-se irmanado com ele no seu autodidactismo. Protesta. Diz que Teixeira Rego não foi um autodidacta. Teve como mestres Basílio Teles e Sampaio Bruno, assim como ele, Pinharanda Gomes, teve Álvaro Ribeiro e José Marinho… e a Igreja, onde floresceu o seu espírito à semelhança do de Hay Benyocdan naquela ilha paradisíaca donde não precisou de sair para conhecer todo o Universo e, através dele, Deus.Protesta e tem razão para protestar. No domínio da cultura exterior ao mistério, não há autodidactas. Isso é o que nos querem fazer acreditar instituições que, por fortes e legítimas razões do Estado, têm o monopólio do ensino, no direito que têm de só elas poderem conferir diplomas.



http://arevistaentre.blogspot.pt/2011/03/coloquio-obra-e-o-pensamento-de-eudoro.html
Se tivéssemos de considerar autodidactas Teixeira Rego e, com ele, nobilíssimos espíritos como Eudoro de Sousa 






                               e Amorim de Carvalho e tantos mais, porque não passaram da instrução primária ou de alguns anos do Liceu, não obstante terem escrito magníficos livros, então teríamos de aplicar igual critério a todos os escritores. Não se ensina nas Faculdades de Letras para fazer poetas, dramaturgos, filósofos, mas professores e bibliotecários. Ninguém é preso por se apresentar como escritor, mas pode sê-lo se exercer a medicina ou o magistério sem diploma. Ou sê-lo-á um dia?



http://liceu-aristotelico.blogspot.pt/2012/10/a-conversao-catolica-de-leonardo.html
Houve, porém, uma excepção: a Faculdade de Letras de Leonardo Coimbra. Ali se fizeram escritores filósofos; ali se ensinava, não para que o aluno obtivesse licença para ganhar dinheiro, mas para que pudesse vir a compreender o grande mistério do homem, do mundo e de Deus. Por isso mesmo a calaram. Agostinho da Silva,


https://www.antonio-telmo-vida-e-obra.pt/news/em-maio-nas-tardes-telmicas-as-explosoes-em-sesimbra-agostinho-do-colosso-ao-marrano/


 Sant’Anna Dionísio
http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/letras/ensaio57.htm

Álvaro Ribeiro  ali nasceram de novo. 



http://liceu-aristotelico.blogspot.pt/2012/02/as-teses-da-filosofia-de-alvaro-ribeiro.html



E não foi Pinharanda Gomes discípulo dos dois últimos e, portanto, não se formou, através deles, na gloriosa Escola de Leonardo Coimbra?
Pinharanda Gomes protesta, mas sabe que isso não é o essencial. Ele sabe que o essencial é ser um perfeito autodidacta, isto é, um homem capaz de pensar por si próprio, mesmo quando ensinado por outros, mesmo quando esses outros são Álvaro Ribeiro, José Marinho ou Orlando Vitorino



http://liceu-aristotelico.blogspot.pt/2011/12/primeiro-extinguir-universidade-depois.html


Como Hay Benyocdan, aquilo que sempre fez e faz é procurar o segredo de salvar a sua própria existência e a dos outros pelo que aprende na sua ilha, orando e interrogando, na sua ilha que, para ele, tem sido a Igreja, cercada pelo mar revolto da humanidade inquieta, onde se viu estar após ter nascido. No andaluz, a ilha é a cifra de um centro iniciático, não de uma organização religiosa, mas de algo que lhe anda intimamente ligado.



E é pelo que nela vê e aprende que se pôs a estudar Teixeira Rego e outros muitos. Tudo ali está porque não conhece mais nada nem precisa de conhecer. A filosofia portuguesa que tanto ama aparece-lhe como uma árvore gigantesca no centro da ilha, mas desgarrada. Avistam-se barcos à deriva, feitos da madeira que os ventos da heresia lhe arrancaram. Sulcam o grande mar da humanidade portuguesa, uns mais próximos, outros mais distantes. Teixeira Rego é um desses barcos. Buscam, em vão, outros portos onde possam atracar. O mais belo de todos, o de Leonardo Coimbra, andou sempre próximo, temendo rochedos e feras para atracar. Um dia, o timoneiro teve a coragem de desembarcar e descobriu que onde havia feras e rochedos estava o Paraíso.

É assim que Teixeira Rego lhe aparece como um católico que se ignora e por isso se diz agnóstico, como alguém que vive fascinado pelo Mistério da Encarnação, de Deus envolvido connosco, e que procura entendê-lo pelo espiritismo, pelo ocultismo, pela teosofia, por tudo quanto lhe proporcione explicar a misteriosa relação do espírito com a matéria. Pinharanda não gosta dos maniqueus, que põem uma espada flamejante entre os dois, deixando a pobre matéria abandonada, sem socorro, consumindo-se no seu exílio de Deus. Não é exílio uma palavra que significa fora da ilha? E não sabemos já o que é a ilha para o nosso filósofo autodidacta?



O regresso de Leonardo Coimbra à Igreja foi tardio. Álvaro Ribeiro, que o conhecia bem, comparou um dia o itinerário espiritual do mestre ao de Huysmans que passou pelo ocultismo, pela teosofia, pela cabala antes de se converter. Mas não foi só Leonardo a cultivar as ciências proibidas. Já o vimos para Teixeira Rego. Pascoaes terá percorrido caminhos análogos. O que é espantoso observar é que, entre os homens da Renascença, os dois que mais parecem ligados ao ocultismo, Sampaio Bruno e Fernando Pessoa, são os únicos que o refutaram.


http://multipessoa.net/labirinto/fernando-pessoa/1

Sampaio Bruno, para quem a existência e a intervenção dos anjos são factos positivos, não gosta do espiritismo que denuncia como uma prática grosseira geradora de sombrias miragens, troça de Papus, repele o lema idealista da analogia do microcosmos com o macrocosmos, considera ilegítima e ímpia a sistematização matemático-cabalista de Wronski; Fernando Pessoa, que só admira Sampaio Bruno entre os seus contemporâneos, segue-o no trilho, atacando espiritistas, ocultistas e maçons menores.
Os dois, e também Teixeira de Pascoaes


http://purl.pt/83


sabiam que é no mundo intermediário que tudo se decide, mas que a maioria das suas manifestações não ajudam o homem. Sabiam, sobretudo, que não está lá quem decide. Por não saber isto ou não querer sabê-lo, Teixeira Rego mete-se “no emaranhado de uma floresta de enganos”, entrelaçando ciência da época e ocultismo. O materialismo, fortalecido pela ciência, e a ciência, fortalecida pelo positivismo, dominavam os espíritos. Para homens religiosos, sem Igreja por se terem decepcionado com os modos de intervenção social do clero, o ocultismo aparecia a abrir caminhos para o sobrenatural. Fenómenos parapsicológicos pareciam provar que havia outro mundo intimamente ligado a este. Só muito tarde Leonardo Coimbra descobriu que esse outro mundo não era o que procurava. Como se vê pela Razão Experimental,





 pratica a observação, a experimentação e a correlação dos fenómenos espiritistas, aplica aos seu estudo o método científico, que se lhe impunha pelo superior grau de certeza conseguido no estudo dos fenómenos físicos. Viria a combater a ciência, já para o tarde, com A Rússia de Hoje e o Homem de Sempre, não porque a dialéctica científica lhe aparecesse agora errada, mas por cousar na antropolatria.
A posição de Sampaio Bruno perante a ciência é bem diferente. Vê nela uma disciplina teológica, mas não a aceita tal como é dada. A noção de inércia, que funda todo o mecanicismo e que Leonardo Coimbra integra na sua cosmologia para afirmar a proximidade de Deus, refuta-a demoradamente, assim como o correlativo cálculo de probabilidades e a noção de zero, sobre que assenta toda a matemática moderna, não pitagórica. Não há inércia; há energia. Não há probabilidade, há angelogia. Não há o nada, há o pleno. O movimento é a espontânea reacção nascida de sucessivas rupturas: pela primeira produziu-se o mundo intermediário; pela segunda, o mundo físico. Tudo, porém, converge para “a transcendente pureza de Deus”.


http://www.antonio-telmo-vida-e-obra.pt/news/dos-livros-20/

Mas Pinharanda Gomes prefere a todos Leonardo Coimbra e já sabemos porquê. Ele não ama os desinsulados e tem bons motivos para isso. 
(...) 
Pinharanda Gomes nunca quis frequentar a Universidade. Ou o querem como filósofo autodidacta ou, se não o querem, que passem muito bem.»

III

 O Acordês, uma "criação"da Maçonaria
Um excelente texto...



"A receção do hotel estava cheia e o recetor não tinha mãos a medir. Agora que a recessão já não é um fato, ninguém para o turismo. A fila era de egípcios do Egito que não têm o “p” no nome do país porque lhes disseram que a concessão do visto dependia da conceção do mesmo. Entre eles, alguns eram cristãos coptas, perdão cotas.
O hotel tinha dois restaurantes tão suntuosos quanto untuosos: o cor-de-rosa e o cor de laranja (este sem direito a hífens), porque o diretor mandou adotar o AO. Quer dizer, foi uma adoção sem adoçar o citrino. Os coutentes não ficaram contentes.
Um dos egípcios (um ator atormentado) perguntou se havia produtos lácteos dos nossos laticínios. Tudo isto por causa de um “c” que tanto faz parte, como não faz parte do leite.
Outro dos turistas que se havia zangado quis retratar-se e, para isso, resolveu retratar os amigos com uma “selfie”. Um outro rececionista (semi-interno e semiletrado) e que mais parecia um espetador, distraiu-se e picou-se num cato que, esse sim, era um doloroso espetador. Ficou com as calças semirrotas que lhe levariam parte do salário semilíquido.
Outro, por acaso um cocomandante – que tinha sido corréu porque correu no Cairo que era corruto – estava com um problema ótico e queria um médico. Tinha uma infeção que, mesmo sem o “c”, teimava em ser infecciosa. Foi-lhe sugerido ir a um hospital. O turista lá foi e, num dos corredores em forma de semirreta onde cruzou com um marreta, depois de passar pelas zonas infantojuvenil e materno-infantil (outra vez os hífens…), viu uma seta para a esquerda com “doenças óticas” e outra para a direita também com “doenças óticas”. Coisas de arquitetos ou arquitetas. Baralhado, virou para a direita. Foi visto por um oftalmologista quando precisava de um otorrino para o ouvido. Lá está: caiu o “p” ocular, que já tinha sido dispensado no auricular!”. O melhor é o míope ser surdo e vice-versa.
Por causa do facto transformado erradamente em fato, aumentou a gama dos fatos: há o fato tributário que assenta que nem uma luva. Há a união de fato mesmo que sem ele. Há o fato consumado que leva a que a Crimeia seja russa de fato. Os turistas ficaram encantados com tantos fatos no Verão.
Entretanto, foi desligado o interrutor do elevador porque precisava de uma interrupção para uma inspeção.
O diretor do hotel, preocupado, fez uma reunião e ficou de elaborar uma ata que nem ata nem desata. É que o seu corretor ortográfico também não ajudou e por isso pensou pedir ajuda a um amigo corretor da Bolsa. Acontece que, mesmo com tato, não encontrou logo o contato dele. Quando o conseguiu, o corretor ficou zangado dizendo-lhe “eu cá não me pelo pelo pelo de quem para para desistir”. Houve uma grande deceção na secção e, perentoriamente, falou-se numa rutura. No fim, porém, feita a arimética das contas, tudo acabou num pato de afetos."

26/02/2018

Portugal - A Nação Templária I


http://templariosportugueses.blogspot.pt/p/historia.html

Os Templários Criaram Portugal, a única Nação da Europa criada de raíz pela Ordem do Templo, com uma Missão Espiritual Universal.



(Clicar)


Portugal É O Templo e Portugal É A Missão.


Portugal Cumpriu a Primeira Parte da Missão, quando Realizou as Grandes Navegações e Descobertas, espalhando A Cruz de Cristo e o Culto do Espírito Santo pela Terra.



Agora Falta a Última Parte que É Cumprir Portugal...


...que É Cumprir o Império do Espírito Santo na Terra.


Clicar


12/02/2018

As Verdadeiras Raízes dos Portuguêses V: A Cónii-Lusitânia Não É A Ibéria!

A Lusitânia Não É A Ibéria
A Ibéria Não É A Lusitânia!



« ...a Lusitânia natural é todo o oeste peninsular. Vai do Promontório Sacro(Cónia/Algarve), para além do Minho, até à vertente norte-atlântica, ... A Lusitânia é o país dos quatro rios: Guadiana, Tejo, Douro e Minho; a Ibéria é a região de um só rio: o Ebro. O Ebro unifica, os quatro Lusitanos diversificam, de modo que é viável assinalar uma Lusitânia minhota (brácaro-lucense), uma Lusitânia duriense, uma Lusitânia tagana, e uma Lusitânia guadiânica. ...»




Já há anos que tenho guardado, sempre Actuante e Actual, no meu Baú dos Tesoiros, o texto genial e absolutamente esclarecedôr, Definitivo, dum grande Filósofo e Historiadôr, ou Historiadôr-Filósofo Português, o Professôr Pinharanda Gômes .




“A Patrologia Lusitâna”

 A Lusitânia não é a Ibéria, a Ibéria não é a Lusitânia. Comete êrro de juízo‘ de facto e de valôr, a corrente histórica e política que força a realidade até sêr capaz de metêr a Lusitânia na União Ibérica, por não compreendêr que não há recta União Ibérica, mas correcta União Hispânica. 




Na União Hispânica cabem a Lusitânia e a Ibéria, enquanto que  na União Ibérica só cabem os povos iberos, ou da Ibéria. A tese iberista releva do projecto de sujeição da vertente Atlântica à vertente Mediterrânica e, por via dela, da sujeição dos povos da periferia ao centro impulsôr do iberismo. A União Ibérica, tornada dôce paliativo, é na ordem política o projecto anti-autonomista do Duque de Olivares: Braga dominada por Tolêdo.



 A Hispânia tem quatro vertentes: a vertente atlântico-cantábrica, especiosa, ainda que aparentada com a vertente pirenaica e com a vertente lusitâna; a vertente mediterrânica (ibérica); a vertente pirenaica, com Aragão, e que por si mesmo é também específica; e a vertente lusitano-atlântica, em que amplamente se insere a galêga ou galaica. É supérfluo considerar as vertentes pirenaica e cantábrica, porque a díade dualista se põe sómente quanto às vertentes ibérica e lusitâna. Os geógrafos que vieram de fora nunca se enganaram e, por isso, jamais confundiram Lusitânia e Ibéria.



A Lusitânia é a vertente atlântica – “Lusitânia… que mare Atlanticum spectat” 7, enquanto que  a Ibéria é a região do Ebro, que o Mediterrâneo contempla. Em sentido figurado, diríamos que a Ibéria olha para Oriente, enquanto que  a  Lusitânia olha para onde o mar começa e a terra se acaba, por repouso do Sol Occitânico. A diferença geográfica não inclui uma diferença cultural, (dos círculos culturais de Frobenius sabemos como em África e na Europa há culturas análogas, ainda que Frobenius haja sublinhado que importa não confundir analogia com homologia), mas deve suscitar a vocação para definir identidade geográfica, identidade étnica, e identidade existencial. Lusitânia e Ibéria são duas regiões distintas, tão significativas uma como a outra, mas nem a Ibéria é fusível para a Lusitânia, nem há Lusitânia fusionável com Ibéria. 



A pré-história dos povos peninsulares é diferente, mas torna-se sintomático o nível diferencial entre projecto ibérico e excurso lusitâno, como se a Lusitânia e a Ibéria houvessem sido bêrços de duas diferentes raças humanas, como queria o enciclopedismo evolucionista 8. Na diversidade, as duas versões antigas projectaram-se sempre num dualismo geográfico e histórico, de modo que à díade nómica da Lusitânia / Ibéria correspondeu a díade, algumas vezes antinómica, de Portugal / Espanha. Oliveira Martins não têve pejo em considerar a adopção do êrro, provindo de muito antes, mas aprofundado em Herculano, da confusão de Ibéria e Lusitânia, o que lhe valeu as acerbas críticas de Teófilo Braga, apoiado na geografia clássica, sobretudo na Púnica, de Sílio Itálico, que soube salientar a longa distinção entre Iberos e Celtas e, por concomitância, entre Iberos e Lusitanos, os que ocuparam uma região afastada e diferenciada, onde permaneceram e perduraram como Lusitanos. A Lusitânia é algo de comprimido a oeste, mas é também algo de não assimilado a leste .



 A Hispânia é um microcosmos, disse o geógrafo Méndez Silva, onde há de tudo e nada falta, o que já antes dele haviam visto os apologistas das esquadras mafamédicas. Microcosmos, cume da Europa, cabeça do boi, é envolvida na sua maior extensão pelo Rio Oceano, Atlântico identificado, apesar do jogo de estilo elaborado por Homero, ou pelos homeríadas, mas reino microcosmos divertido em dois olhares: o limite atlântico, span, sepharad, ao modo fenício e hebraico, que é a nossa finisterra, como que a sugerir que Hispânia é a Lusitânia com as terras do meio que olham para o mar do meio das terras, de onde se gera o dualismo atlântico-mediterrânico da Hispânia, mas onde por igual se gera o atlantismo da Lusitânia 10. As diversidades regionais podem não servir de base a divisões de território, nem são de molde a criar regionalismos vinculados a um exclusivismo étnico, mas, no caso Lusitânia/Ibéria, houve lugar a uma configuração excêntrica, centrífuga e oceânica, de tal modo que seria sensato postular que o nacionalismo das nações hispânicas, incluída a nação portuguesa, encontra raízes e águas acolhedoras nos regionalismos. 



A afirmação de Portugal é um acto de nacionalismo; mas a afirmação da Lusitânia prevalece no acto do regionalismo. A Lusitânia afirma-se pagus, terra nostra, perante a urbe mediterrânica. A extensa teoria literária e político-ideológica da antítese Castela/Portugal, mormente elaborada no ciclo de 1580/1700 não é um fenómeno de erupção palaciana; ela vem de longe, e os ideólogos palacianos limitaram-se a pôr em letra de ler, ou em papel de prelo, uma interpretação de mitos, de imagens avoengas.


  Lusitânia situa-se entre Ibéria e Oceano, ou, na configuração pré-romana, numa forma quadrangular que o domínio romano por considerações estratégicas encurtou, ao dividir a Hispânia em três províncias, a Lusitânia (diminuída da Galécia), a Tarraconense e a Bética. Das três províncias, a que corresponde ao vector do iberismo é a Tarraconense, porque Tarracona, pago ibérico, estende os elos até ao Atlântico, subjugando a Galiza e, o mais curioso a região dos Brácaros. A divisão provincial romana carece de toda a lógica étnico-cultural, mas abunda em intencionalidade dominativa. Tarracona é a Ibéria tal como os iberistas sonham: uma grande província absorvente das que lhe ficam, diminuídas, a seus pés, a Bética e a Lusitânia. A estratégia romana elaborava com base em interpretações comprometidas, pois, com efeito, Estrabão, que era mais submisso do que Mela, confundira Iberos e Lusitanos, ainda que afirmasse serem, os Lusitanos, os mais fortes dos Iberos





11. Estrabão tem interesse em identificar Iberos e Lusos para justificar a extensão da Ibéria tarraconense até à Lusitânia bracarense e lucense; Pompónio Mela sabe da forte identidade lusitana face à Ibéria, e convém-lhe sujeitar a fortaleza da finisterra à esperteza da mediterra. Ao não compreender o jogo de intenções, Herculano acabaria por cair na tese negativa da identidade nacional com base regional, por oposição a quem vira melhor do que ele, Bernardo de Brito e André de Resende — o que, aliás, vem já dito em Leite de Vasconcellos 12.
 
A Lusitânia Romana é uma Lusitânia diminuída talhada a esquadro e régua, segundo o interesse dominacional do império, a Lusitânia natural é todo o oeste peninsular. Vai do Promontório Sacro, para além do Minho, até à vertente norte-atlântica, e do oeste atlântico até bem dentro: incluí, pelo menos, Mérida e grande parte da Estremadura, por isso chamada Extrema: a fronteira da Lusitânia com a Ibéria.  
A Lusitânia é o país dos quatro rios: Guadiana, Tejo, Douro e Minho; a Ibéria é a região de um só rio: o Ebro. O Ebro unifica, os quatro Lusitanos diversificam, de modo que é viável assinalar uma Lusitânia minhota (brácaro-lucense), uma Lusitânia duriense, uma Lusitânia tagana, e uma Lusitânia guadiânica.

Ninguém sabe de onde vem o nome de Lusitânia. Há muitas hipóteses, todas por igual verosímeis, a mor parte delas mais provável do que demonstrável.  ...»


https://ibericos.wordpress.com/2008/05/26/pinharanda-gomes-a-patrologia-lusitana/



 

07/02/2018

Portugal


http://bloguedebd.blogspot.pt/2016/11/luto-na-banda-desenhada-portuguesa.html

Portugal


 “Portugal, volta ao Mar, aos  Teus navios.

  Portugal volta ao Homem, ao Marinheiro, volta à Tua terra, à Tua Fragrância, à Tua Razão,

 Livre ao vento, de Nôvo… à Luz Matutina do Cravo e da Espuma.

  Mostra-nos o Teu Tesouro, os Teus homens, as Tuas mulheres, não mais escondas o Teu

  Rôsto de Embarcação Valente a Vogar pelos Horizontes do Oceano.



http://bloguedebd.blogspot.pt/2016/11/luto-na-banda-desenhada-portuguesa.html

  Portugal, Navegante, Descobridôr de lhas, inventôr de pimentas, Descobre o Homem Nôvo,

 as Ilhas Assombradas, Descobre o Arquipélago do Tempo.

 A súbita Aparição do Pão sôbre a Mêsa, a Aurora, Tu, Descobre-A, Ó Descobridôr de

 Auroras... 

http://bloguedebd.blogspot.pt/2016/11/luto-na-banda-desenhada-portuguesa.html

 Como é que Podes deixar-Te ficar assim?

  Como é que podes negar-Te ao Ciclo da Luz, Tu que Mostraste caminhos aos Cegos?

  Tu, Dôce, Férreo, Velho, Estreito e Amplo Pai do Horizonte, como é que  Podes fechar a Porta

 ao Vento com Estrêlas do Oriente?


https://www.artflakes.com/en/products/portugal-face-of-europe

  Ó Proa da Europa, Procura na correntêza as Ondas Ancestrais, a Marítima Barba de

 Camões.

 Rompe as teias-de-aranha que cobrem a Tua Fragrante Toalha de Verdura e então, a nós

 outros, filhos dos teus filhos, aquêles para quem Descobriste a Areia até então escura da

 deslumbrante Geografia, Mostra-nos que Podes Atravessar de nôvo o Nôvo Mar Escuro e

 Descobrir o Homem que Nasceu nas maiores Ihas da Terra.



Navega, Portugal, A Hora chegou.

 Levanta a  Tua Estatura de Prôa e por entre as ilhas e os homens, Volta a Sêr Caminho.

 A esta idade Agrega a Tua Luz, Volta a Sêr Lanterna e Aprenderás de Nôvo a Sêr Estrêla”.





https://grafik.deviantart.com/art/Descobrimentos-347082177?offset=50







19/01/2018

Real! Real! Por El-Rey de Portugal!



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Que símbolo fecundo
Vem na aurora ansiosa?
Na Cruz Morta do Mundo
A Vida, que é a Rosa.
Que símbolo divino
Traz o dia já visto?
Na Cruz, que é o Destino,
A Rosa, que é o Cristo.
Que símbolo final
Mostra o sol já desperto?
Na Cruz morta e fatal
A Rosa do Encoberto.

16/01/2018

O Altar-Mor da Pátria



https://www.estudosportugueses.com/hipolito_raposo.html

“Se tivesse a glória de sêr artista, daria o meu concurso ao monumento, erguendo para as nuvens, sôbre uma tôrre de pedras trazidas das velhas vilas, uma Cruz de bronze, ampliada das formas que andam nos sêlos rodados do Conquistadôr. Por ela, aqui ficaria um perpétuo ofertório de almas, lâmpada votiva suspensa nêste Altar-Mor da Pátria, para acendêr nos dias festos e nefastos, dando ao céu, à terra e ao mar, o testemunho da consciência nacional atenta, com alegre esperança no porvindouro destino desta Ínclita Cidade de Lisbôa, já enobrecida por oito séculos da vida Cristã e Portuguêsa.”

Hipólito Rapôso 1937

Oração De Natal ao Menino Jesus Por PorTuGal

  Laura Costa Senhôr Jesus, o   Natal é a comemoração do Vosso Divino Nascimento entre nós, é a Presença do Vosso Amôr na nossa famíli...